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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

E-books nacionais da bibliografia básica dos cursos da FZEA-USP estão disponíveis

A USP adquiriu uma importante coleção de e-books, uma plataforma que oferece acesso a milhares de livros eletrônicos das principais editoras do país. Há muitos livros da Bibliografia Básica dos cursos da FZEA.

Preparamos um passo-a-passo para você acessar a plataforma, localizar seus livros e também tirar suas dúvidas sobre o serviço:

1. Acesso
Para ter acesso à Minha Biblioteca acesse o link https://usp.minhabiblioteca.com.br em seu navegador.

2. Cadastro
Em seu primeiro acesso, você deverá preencher um cadastro rápido, informando seu nome, sobrenome, e-mail e resposta a uma pergunta chave. Uma mensagem de confirmação será enviada em seu e-mail tendo como emitente Bookshelf.

3. Confirmação em seu e-mail
Confirme seu e-mail para acessar a Coleção da Minha Biblioteca.

4. Comece suas pesquisas
Comece suas pesquisas e acesse as obras do Catálogo. Passe o mouse sobre qualquer capa para obter mais opções, incluído detalhes do livro e buscas de termos. É possível também realizar buscas no Catálogo por assuntos ou títulos dos e-books. A busca é feita tanto no título como no conteúdo dos livros. Em Tendências, é possível identificar obras mais consultadas.

 





Para mais informações, acesse: AGUIA-USP


sexta-feira, 31 de julho de 2020

A renovação contínua das universidades de pesquisa

“A pandemia da covid-19 está demonstrando a importância fundamental do ensino e da pesquisa a que se dedicam as grandes universidades”, afirma reitor em artigo publicado na Folha de S. Paulo on-line


A partir do começo deste século XXI, as universidades de pesquisa, ao redor do mundo, perceberam que estavam muito fechadas em si mesmas e, em função disso, se afastando das sociedades.

A importância de suas atividades perdia visibilidade fora de seus campi e de círculos muito restritos. O tema tornou-se recorrente nas reuniões internacionais dos gestores universitários. Da sua discussão, nasceu o conceito de Terceira Dimensão das Universidades, uma sofisticação das tradicionais atividades de extensão, que as universidades exercem além do ensino e da pesquisa. O conceito recomenda o fortalecimento da interação entre as universidades e a sociedade de forma a promover maior aproximação e intercâmbio entre as partes.

Em recente artigo de H. Schwartsman (O Futuro das Universidades, 28/07/2020) fica clara a incompreensão da função de uma universidade, especialmente as de pesquisa. O autor pergunta “por que um canudo de Harvard vale mais do que o de um community college?”. Certamente, um profissional graduado em Harvard não é melhor nem pior do que o de um community college  [instituição de ensino superior cujo objetivo central é o ensino, e conforme o Estado, nem sempre reconhecida como universidade]. Ele é diferente.

Em uma universidade de pesquisa, o ensino é oferecido em um ambiente em que o conhecimento é desenvolvido por professores que são cientistas. O aluno, durante o curso, nem sempre percebe a influência dessa abordagem, mas quando atua profissionalmente constata que foi preparado para enfrentar desafios, para não temer o desconhecido e as inovações. É um profissional diferente, necessário para o desenvolvimento social, cultural e econômico da sociedade.

A pandemia da covid-19 está demonstrando, no mundo todo, algo que passava desapercebido para as sociedades nos últimos anos, talvez nas últimas décadas: a importância fundamental do ensino e da pesquisa a que se dedicam as grandes universidades.

Pesquisadores de universidades e institutos de todo País ocupam, como nunca antes, enorme espaço nos meios de comunicação relatando e debatendo a busca incessante de fórmulas terapêuticas de combate à pandemia que paralisa o mundo há meses.

Grupos de pesquisa se multiplicaram pelas universidades em busca de caminhos para enfrentar um vírus que pegou o mundo de surpresa. Só na USP formaram-se 250 grupos de pesquisa para os mais variados fins, em todas as áreas do conhecimento. A descoberta de inúmeras vacinas, resultantes do esforço de instituições internacionais, inclusive do Brasil, desenha-se no horizonte, possibilidade que é acompanhada sofregamente pela mídia.

O engajamento das universidades e instituições públicas de pesquisa brasileiras neste momento de crise, sua capacidade de responder à terrível demanda de exorcizar a covid-19, é fruto de trabalho e investimentos que vem de décadas, um esforço contínuo nem sempre reconhecido e apoiado por governos e sociedade. Pior, mais recentemente criou-se, até mesmo em nível global, um incompreensível ambiente hostil às atividades acadêmicas, lastreado em crenças e motivações obscurantistas direcionadas contra a racionalidade científica.

O mundo da universidade é vasto, variado e complexo, tem regras próprias e específicas de funcionamento. Formar os futuros quadros de uma Nação é um apostolado que impõe dedicação permanente, conhecimento histórico e visão de futuro.

As pesquisas, em todos os campos do saber, exigem paciência, profundidade e abertura para o inesperado e imprevisto antes da obtenção de um bom e seguro resultado. Essas são as principais funções das universidades de pesquisa.

As aceleradas dinâmicas das sociedades atuais dificultam que elas sejam percebidas na sua integridade. Mas cabe às universidades superar as próprias deficiências de comunicação, fazerem-se compreender e mostrar o quanto são úteis para o desenvolvimento da sociedade. É disso o que trata o conceito de Terceira Dimensão.

Vahan Agopyan é professor titular da Escola Politécnica e reitor da USP

(Este artigo foi publicado originalmente na versão on-line do jornal Folha de São Paulo, editoria Tendências e Debates, em 30/07/20)

Fonte:
https://jornal.usp.br/institucional/a-renovacao-continua-das-universidades-de-pesquisa/


terça-feira, 24 de março de 2020

Ensino a distância é nova realidade para professores de graduação da USP

Docentes da Universidade contam com plataformas para organização dos cursos e produção de vídeo-aulas; frequência dos alunos será computada no ambiente virtual.

 

A suspensão das atividades acadêmicas presenciais nos campi da Universidade de São Paulo (USP), frente à disseminação do coronavírus, colocou quase 60 mil estudantes de graduação da instituição diante do desafio de novas formas de aprendizagem. A educação a distância, que na maioria das instituições de ensino superior se dá por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, pode substituir temporariamente as aulas presenciais pelo prazo inicial de 30 dias,  conforme a portaria número 343, publicada no dia 17 de março pelo Ministério da Educação (MEC).


Para garantir a qualidade do ensino nos diversos cursos de graduação da USP, os professores da Universidade contam com duas plataformas de ensino a distância mantidas e gerenciadas pela pela Pró-Reitoria de Graduação, com apoio da Superintendência de Tecnologia da Informação. São os sistemas e-Disciplinas, que controla desde a organização das turmas até a avaliação on-line, e o e-Aulas, para publicação de aulas em formato de vídeo. Ferramentas como essas já vinham fazendo parte, em anos anteriores, de oficinas para professores realizadas pela Universidade, por meio do Programa de Desenvolvimento Docente.

 
Clique aqui e leia a matéria completa:


 


 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

2019 consagrou a USP como a melhor universidade da América Latina

Em 2019, a Universidade apresentou desempenho significativo nos rankings nacionais e internacionais que avaliam a qualidade das instituições de ensino superior sob vários aspectos. Líder na América Latina e na Ibero-América, a USP também teve seus cursos e seus pesquisadores reconhecidos entre os mais influentes do mundo.

 


Clique aqui e tenha acesso a todas as reportagens:


https://jornal.usp.br/institucional/2019-consagrou-a-usp-como-a-melhor-universidade-da-america-latina/