Nossa missão
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Bixo, fique por dentro!
Neste
último sábado saiu o resultado mais esperado por alguns vestibulandos, o
resultado do vestibular da Fuvest. Com isso o sonho de entrar em uma das
melhores universidades do Brasil se tornou realidade. Nós, da equipe da biblioteca
FZEA-USP, estamos parabenizando e desejando boas vindas a todos os novos
calouros de 2013 e que sua vida acadêmica seja cheia de conquistas e
realizações para que possam atingir todos os seus objetivos profissionais.
Passamos
a vida toda ouvindo que a melhor época de nossas vidas é quando ingressamos na
faculdade, mas também sabemos que é o momento em que mais temos dúvidas. Tudo se torna novos desafios: sair de casa,
conhecer novas pessoas, ir às festas, aproveitar tudo que a faculdade tem a nos
oferecer, parecem coisas demais para uma só pessoa, por isto, estamos aqui para
esclarecer alguns questionamentos sobre o funcionamento e regras de utilização
da nossa querida biblioteca.
O
prédio da biblioteca FZEA-USP é o prédio mais novo do campus e acessível a
todos os alunos e funcionários, contando com mais de 14 mil volumes de livros, dissertações
e teses, monografias, periódicos, entre outros tipos, totaliza quase 70 mil
volumes à sua disposição. A equipe de profissionais da biblioteca conta atualmente
com 11 membros dentre eles: 8 funcionários e 3 estagiários. Nós somos
estagiárias e alunas de zootecnia e engenharia de alimentos. As bolsas de
estágio na biblioteca podem ser preenchidas por você! Informe-se conosco!
A
sua inscrição para utilização da biblioteca deve ser feita no balcão de
atendimento da Biblioteca. Basta possuir seu número USP e comprovante de matrícula.
Após sua inscrição, você poderá fazer empréstimos de livros na biblioteca de
Pirassununga ou em qualquer biblioteca da USP, sempre com a apresentação de sua
carteirinha USP. O horário de
funcionamento é de segunda à sexta-feira das 8h às 21h e aos sábados das 8h às
12h em período letivo, já durante as férias você pode usar a biblioteca das 8h
às 17h.
Os
materiais disponíveis para empréstimos são: livros, dissertações, teses e trabalhos
de eventos e também materiais especiais
como CD’s e DVD’s. Revistas e artigos referentes à produção cientifica são
apenas para consulta na biblioteca. Os livros reservas da bibliografia básica
das disciplinas da FZEA estão disponíveis para consulta local, mas podem ser emprestados
15 minutos antes do fechamento da biblioteca e devem ser devolvidos no dia
seguinte até às 9 horas da manhã sob pena de suspensão.
Os
livros emprestados são de sua total responsabilidade, por isso devem ser
entregues na data estabelecida para que os demais também possam utilizá-lo. A
devolução deverá ser feita somente no balcão de circulação da biblioteca. Em
caso de atraso na devolução será aplicada a suspensão por dia de atraso e por
material bibliográfico retirado, impedindo que você faça empréstimo de outras
matérias. Percebendo-se a ocorrência de atraso proposital na devolução dos
livros, as punições serão mais severas. Não atrase a devolução!
Caso
você deseje ficar mais tempo com o material, deve ser realizada a renovação via
internet, pelo Dedalus ou pelo Portal de Busca Integrada. Para mais
informações sobre renovação e a reserva de materiais, nós disponibilizaremos
aulas expositivas aos calouros e também folhetos informativos.
A
biblioteca conta com 19 salas de estudos em grupo e mais os ambientes de estudo
individual, por isso é necessário que haja respeito e bom senso entre os
usuários para que o excesso de barulho não prejudique nossos estudos. É proibido
o uso de celular dentro da biblioteca. Também é proibido fumar, alimentar-se e
utilizar canecas durante sua permanência na biblioteca. Utilize garrafinhas de
água.
O
material oferecido pela biblioteca deve ser extremamente zelado por você, sendo
este de sua total responsabilidade. Qualquer dano causado tanto aos livros
quanto aos equipamentos e móveis será sua responsabilidade. Não rabisque, não
suje, não molhe, não jogue papel no chão. Utilize de forma cuidadosa os
banheiros, as estantes, o hall e o guarda-volumes.
A
equipe da biblioteca estará sempre disponível para atender a todos os seus pedidos.
Vamos cuidar de nossa Biblioteca com seu devido respeito, afinal é mérito de
toda a comunidade da FZEA. Para dúvidas, sugestões e reclamações procure algum
dos funcionários ou mande e-mail para bibfzea@usp.br.
Como Jacques Bousset dizia: "No Egito, as bibliotecas eram chamadas 'Tesouro dos remédios da alma'. De fato, é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das efermidades e a origem de todas as outras.".
Sejam bem vindos queridos "bixos"!
Beatrice Cristina e
Beatriz Antunes
Equipe da Biblioteca FZEA-USP
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
USP negociará com revistas científicas acesso aberto às suas pesquisas
Artigos que descrevem os estudos dos cientistas da Universidade de São Paulo serão publicados em biblioteca digital
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) que publicam artigos em revistas científicas devem passar a negociar com as editoras contratos que permitam que o material fique disponível gratuitamente em uma página da instituição. Hoje, muitas vezes instituições públicas financiam pesquisas e, quando os resultados são publicados, as próprias universidades têm de pagar para acessá-los.
A determinação do reitor João Grandino Rodas foi oficializada com a resolução n.º 6.444, publicada em 22 de outubro. As pesquisas serão publicadas na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI), recém-inaugurada (www.producao.usp.br). A iniciativa faz parte de um movimento global pelo acesso aberto à ciência. Unesp e Unicamp planejam estratégia semelhante e outras, como a Universidade de Brasília (UnB) e as federais de Santa Catarina (UFSC) e do Rio Grande do Sul (UFRGS), já têm seus repositórios, como são chamadas essas bibliotecas online.
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'Quanto maior a presença da internet, maior a visibilidade', diz diretora das bibliotecas da USP |
Segundo a diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (Sibi), Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, a decisão já vinha sendo discutida havia alguns anos. "Dessa forma, a USP dá um retorno maior, trazendo para a sociedade o que ela investiu e, ao mesmo tempo, aumentando a visibilidade do que é produzido."
Tudo o que é publicado na nova biblioteca digital, que já tem 30 mil registros, aparece no Google Acadêmico. "Quanto maior a presença na internet, maior a visibilidade da universidade e sua posição nos rankings. Com tanta tecnologia, há rankings que medem a presença dos estudos nas redes sociais, por exemplo", diz Sueli. Entra na BDPI toda a produção acadêmica, exceto teses e dissertações, que já vinham sendo publicadas em acesso aberto em teses.usp.br.
O Instituto Brasileiro de Informação de Ciência e Tecnologia (IBICT) tem projeto para fornecer kits tecnológicos para universidades desenvolverem suas bibliotecas digitais. A USP foi uma das contempladas. Em três anos, foram implementados 39 repositórios institucionais. "Nossa ideia é estender essa ação para todas as universidades brasileiras", diz Bianca Amaro, coordenadora do Laboratório de Tecnologia da Informação do IBICT.
Unesp e Unicamp começam o processo de abrir o acesso às suas pesquisas em projeto com a USP e com a Fapesp. A meta é que a publicação comece em 2014. "Temos responsabilidade de liderar esse movimento no Brasil", diz o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Ronaldo Aloise Pilli. "Pretendemos que gradativamente essa cultura se implemente e, quando o pesquisador for escolher uma revista, a recomendação seria optar por aquela que permita o acesso aberto."
Pilli pondera que os cientistas não deixarão de publicar em revistas importantes, caso não deem acesso aberto, "para que algo maior não seja sacrificado".
Segundo Flávia Maria Bastos, coordenadora-geral das bibliotecas da Unesp, a instituição já começou o levantamento dos trabalhos científicos produzidos a partir de 2010 para a publicação em livre acesso. Ela observa que, na situação atual, "a universidade não tem direito de armazenar sua própria produção científica e depende da autorização das editoras para dar visibilidade à sua produção".
A pesquisadora Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), observa que a pressão pelo acesso livre não deve ser feita por pesquisadores isolados, mas por grandes representações, como a própria SBPC e sua similar americana, a American Association for the Advancement of Science (AAAS).
Ela destaca que, no Brasil, o acesso às publicações internacionais já é privilegiado, graças à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que há 12 anos assina e libera as principais revistas científicas para os programas de pós-graduação.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Parceria entre SIBi e Editora transforma clássicos da literatura em audiolivros
“Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seuLivro do Desassossego. Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a Universidade de São Paulo criou seis audiolivros em formato DAISY (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.
O projeto é uma parceria entre o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy, desenvolvedora do software que possibilita a migração de conteúdos para o formato DAISY, padrão internacional de acessibilidade. A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade mantido pelo SIBi, com apoio da Reitoria.
O projeto é uma parceria entre o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy, desenvolvedora do software que possibilita a migração de conteúdos para o formato DAISY, padrão internacional de acessibilidade. A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade mantido pelo SIBi, com apoio da Reitoria.
“Nosso programa
consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos
quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora
técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. “Com a aproximação da
primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”
Os candidatos com necessidades especiais são classificados em
5 grandes grupos, que exigem procedimentos distintos por parte da Fuvest:
Deficientes visuais, auditivos, físicos, disléxicos e outros tipos. Neste ano,
a Fuvest recebeu um total de 72 inscritos com deficiência visual. Os candidatos
solicitam provas em Braille ou ampliadas dos tipos I e II. As provas
correspondentes são preparadas por uma equipe com experiência nessa tarefa.
A lista de obras para o vestibular contém 9 títulos em 2012.
Os livros editados pelo projeto do SIBi foram Til(José de Alencar), Memórias de um sargento de
milícias (Manuel Antônio de Almeida), Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado de
Assis), O cortiço (Aluísio
Azevedo), Viagens da minha terra (Almeida
Garret) e A cidade e as serras (Eça de
Queirós), todos em domínio público.
Apesar de todos os volumes migrados serem de domínio público,
as versões utilizadas pelo projeto são de propriedade da Editora Martin Claret
“que também está preocupada com a questão da inclusão social e cedeu seus
direitos gratuitamente”, esclarece Sueli.
“Dentre os conteúdos que busca tornar acessível, o SIBi
entendeu como sendo de grande relevância e extensão social, a inclusão dos
livros exigidos pela Fuvest”, explica a diretora. Nesse sentido, o projeto
buscou cooperação com editoras detentoras desses materiais e encontrou um
grande parceiro da Editora Martin Claret que, além de possuir os direitos de
seis dos nove livros exigidos na primeira fase, ainda gerou uma série de
roteiros de leitura e perguntas que orientam os alunos sobre os principais
pontos do texto.
Os títulos serão disponibilizados tanto online, no site do projeto,
quanto em suporte físico, reproduzido pelos grupos parceiros no projeto. O SIBi
ficou responsável pela criação do website e a Martin Claret forneceu a última
versão dos títulos em formato PDS, viabilizando a conversão dos textos para o
formato DAISY por parte da Editorial Maluhy.
Texto disponível em: http://www5.usp.br/20517/parceria-entre-sibi-e-editora-transforma-classicos-da-literatura-em-audiolivros/
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Portal de Revistas da USP ganha uma nova versão
A reformulação do Portal é uma das
ações que o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) tem desenvolvido para
ampliar a visibilidade e o impacto das revistas científicas da Universidade
O
Portal de Revistas da USP está com um novo formato. Além de um design muito mais “amigável”, o novo Portal de
Revistas da USP apresenta novidades como um sistema de busca integrada com
outros portais da Universidade e, em breve, incorporará serviços eletrônicos
como o Digital Object Identifier (DOI), um sistema que
identifica o conteúdo; e um software que detecta possíveis casos de plágio.
Lançada em outubro, a nova versão do Portal de
Revistas da USP apresenta um design mais “amigável” e um sistema de busca
integrada com outros portais da Universidade
Outra novidade é que, além das revistas
credenciadas no Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da USP,
o novo portal também incorporou as revistas dos Centros de Pesquisa e as
revistas estudantis, como a “Revista de Medicina”, publicada pelos alunos da
Faculdade de Medicina (FM) desde 1916. Ao todo, estão disponíveis 104 revistas
e aproximadamente 39 mil artigos, que podem ser localizados pelo nome, pelo
autor, pelo assunto, pela Unidade ou por palavra-chave. Com o intuito de
preservar a memória da produção científica da Universidade, o Portal também
incorporou coleções completas como a da “Revista de Estudos Avançados”,
publicada desde 1987 pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA), e a “Scientia Agricola”, publicada desde 1992 pela Escola Superior
de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).
Criado em 2008, o Portal de Revistas da USP é uma
biblioteca eletrônica que disponibiliza as revistas produzidas pela
Universidade, com o objetivo de ampliar o acesso aos conteúdos e ao
conhecimento, movimento que ficou conhecido como Open Access. Como explica o pró-reitor de Pesquisa,
Marco Antonio Zago: “cada vez mais, as grandes editoras e entidades científicas
detêm o controle da publicação da pesquisa de sua área. A USP não tem uma
política centralizadora para a publicação de revistas, são as unidades e os institutos
que possuem essa iniciativa. Quando uma revista começa a se destacar é porque
houve um esforço muito grande, um incentivo que persistiu por um bom período
para começar a obter êxito”.
Ranking das Revistas
Científicas
Em
julho deste ano, a consultoria Thomson Reuters divulgou
um ranking das principais revistas científicas do mundo, com seus respectivos
fatores de impacto. Das publicações brasileiras, apenas 16 títulos possuem
fator de impacto igual ou superior a 1 e, dessas, 3 são revistas publicadas
pela USP: a revista “Clinics”, do Hospital das Clínicas (HC); a “Revista da
Saúde Pública”, da Faculdade de Saúde Pública (FSP); e a “Revista do Instituto
de Medicina Tropical de São Paulo”, do Instituto de Medicina Tropical (IMT).
Essas revistas não só obtiveram fator de impacto superior a 1, como também
aumentaram esse índice.
O fator de impacto é um cálculo feito
com base no número de citações dos artigos de uma determinada revista, durante
o período de dois anos subsequentes à sua publicação. O índice é uma média de
quantas vezes cada artigo publicado foi citado durante o período e representa o
impacto e a visibilidade da revista.
Outra questão importante é a
característica das publicações, como veículo de transmissão de conhecimento,
nas diferentes áreas. “Para a ciência, só tem valor o que é de conhecimento
público. Se um pesquisador faz uma grande descoberta e não conta para ninguém,
esse conhecimento é inútil. O conhecimento científico só tem valor se for
transferido a todos e isso é válido para todas as áreas de conhecimento, o que
varia é a forma como esse conhecimento é compartilhado. Revistas científicas
costumam ter um peso maior nas áreas de conhecimento das ciências experimentais
duras como medicina, física e matemática. As humanidades têm padrões muito
diferentes e se comunicam também por meio de livros, artigos em periódicos não
científicos, opiniões e entrevistas que enfatizam o prestígio do pesquisador.
Nada disso é captado por esses índices”, afirma Zago.
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