Nossa missão

"Busca constante da informação para satisfação de seus usuários"

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bixo, fique por dentro!

Neste último sábado saiu o resultado mais esperado por alguns vestibulandos, o resultado do vestibular da Fuvest. Com isso o sonho de entrar em uma das melhores universidades do Brasil se tornou realidade. Nós, da equipe da biblioteca FZEA-USP, estamos parabenizando e desejando boas vindas a todos os novos calouros de 2013 e que sua vida acadêmica seja cheia de conquistas e realizações para que possam atingir todos os seus objetivos profissionais.

Passamos a vida toda ouvindo que a melhor época de nossas vidas é quando ingressamos na faculdade, mas também sabemos que é o momento em que mais temos dúvidas.  Tudo se torna novos desafios: sair de casa, conhecer novas pessoas, ir às festas, aproveitar tudo que a faculdade tem a nos oferecer, parecem coisas demais para uma só pessoa, por isto, estamos aqui para esclarecer alguns questionamentos sobre o funcionamento e regras de utilização da nossa querida biblioteca.

O prédio da biblioteca FZEA-USP é o prédio mais novo do campus e acessível a todos os alunos e funcionários, contando com mais de 14 mil volumes de livros, dissertações e teses, monografias, periódicos, entre outros tipos, totaliza quase 70 mil volumes à sua disposição. A equipe de profissionais da biblioteca conta atualmente com 11 membros dentre eles: 8 funcionários e 3 estagiários. Nós somos estagiárias e alunas de zootecnia e engenharia de alimentos. As bolsas de estágio na biblioteca podem ser preenchidas por você! Informe-se conosco!

A sua inscrição para utilização da biblioteca deve ser feita no balcão de atendimento da Biblioteca. Basta possuir seu número USP e comprovante de matrícula. Após sua inscrição, você poderá fazer empréstimos de livros na biblioteca de Pirassununga ou em qualquer biblioteca da USP, sempre com a apresentação de sua carteirinha USP.  O horário de funcionamento é de segunda à sexta-feira das 8h às 21h e aos sábados das 8h às 12h em período letivo, já durante as férias você pode usar a biblioteca das 8h às 17h.

Os materiais disponíveis para empréstimos são: livros, dissertações, teses e trabalhos de eventos e também materiais  especiais como CD’s e DVD’s. Revistas e artigos referentes à produção cientifica são apenas para consulta na biblioteca. Os livros reservas da bibliografia básica das disciplinas da FZEA estão disponíveis para consulta local, mas podem ser emprestados 15 minutos antes do fechamento da biblioteca e devem ser devolvidos no dia seguinte até às 9 horas da manhã sob pena de suspensão.

Os livros emprestados são de sua total responsabilidade, por isso devem ser entregues na data estabelecida para que os demais também possam utilizá-lo. A devolução deverá ser feita somente no balcão de circulação da biblioteca. Em caso de atraso na devolução será aplicada a suspensão por dia de atraso e por material bibliográfico retirado, impedindo que você faça empréstimo de outras matérias. Percebendo-se a ocorrência de atraso proposital na devolução dos livros, as punições serão mais severas. Não atrase a devolução!

Caso você deseje ficar mais tempo com o material, deve ser realizada a renovação via internet, pelo Dedalus ou pelo Portal de Busca Integrada. Para mais informações sobre renovação e a reserva de materiais, nós disponibilizaremos aulas expositivas aos calouros e também folhetos informativos.

A biblioteca conta com 19 salas de estudos em grupo e mais os ambientes de estudo individual, por isso é necessário que haja respeito e bom senso entre os usuários para que o excesso de barulho não prejudique nossos estudos. É proibido o uso de celular dentro da biblioteca. Também é proibido fumar, alimentar-se e utilizar canecas durante sua permanência na biblioteca. Utilize garrafinhas de água.

O material oferecido pela biblioteca deve ser extremamente zelado por você, sendo este de sua total responsabilidade. Qualquer dano causado tanto aos livros quanto aos equipamentos e móveis será sua responsabilidade. Não rabisque, não suje, não molhe, não jogue papel no chão. Utilize de forma cuidadosa os banheiros, as estantes, o hall e o guarda-volumes.

A equipe da biblioteca estará sempre disponível para atender a todos os seus pedidos. Vamos cuidar de nossa Biblioteca com seu devido respeito, afinal é mérito de toda a comunidade da FZEA. Para dúvidas, sugestões e reclamações procure algum dos funcionários ou mande e-mail para bibfzea@usp.br.

Como Jacques Bousset dizia: "No Egito, as bibliotecas eram chamadas 'Tesouro dos remédios da alma'. De fato, é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das efermidades e a origem de todas as outras.".
 
Sejam bem vindos queridos "bixos"!

                      Beatrice Cristina e Beatriz Antunes
Equipe da Biblioteca FZEA-USP

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

USP negociará com revistas científicas acesso aberto às suas pesquisas

Artigos que descrevem os estudos dos cientistas da Universidade de São Paulo serão publicados em biblioteca digital

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) que publicam artigos em revistas científicas devem passar a negociar com as editoras contratos que permitam que o material fique disponível gratuitamente em uma página da instituição. Hoje, muitas vezes instituições públicas financiam pesquisas e, quando os resultados são publicados, as próprias universidades têm de pagar para acessá-los.

'Quanto maior a presença da internet, maior a visibilidade',
diz diretora das bibliotecas da USP
A determinação do reitor João Grandino Rodas foi oficializada com a resolução n.º 6.444, publicada em 22 de outubro. As pesquisas serão publicadas na Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP (BDPI), recém-inaugurada (www.producao.usp.br). A iniciativa faz parte de um movimento global pelo acesso aberto à ciência. Unesp e Unicamp planejam estratégia semelhante e outras, como a Universidade de Brasília (UnB) e as federais de Santa Catarina (UFSC) e do Rio Grande do Sul (UFRGS), já têm seus repositórios, como são chamadas essas bibliotecas online.
Segundo a diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (Sibi), Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, a decisão já vinha sendo discutida havia alguns anos. "Dessa forma, a USP dá um retorno maior, trazendo para a sociedade o que ela investiu e, ao mesmo tempo, aumentando a visibilidade do que é produzido."
Tudo o que é publicado na nova biblioteca digital, que já tem 30 mil registros, aparece no Google Acadêmico. "Quanto maior a presença na internet, maior a visibilidade da universidade e sua posição nos rankings. Com tanta tecnologia, há rankings que medem a presença dos estudos nas redes sociais, por exemplo", diz Sueli. Entra na BDPI toda a produção acadêmica, exceto teses e dissertações, que já vinham sendo publicadas em acesso aberto em teses.usp.br.
O Instituto Brasileiro de Informação de Ciência e Tecnologia (IBICT) tem projeto para fornecer kits tecnológicos para universidades desenvolverem suas bibliotecas digitais. A USP foi uma das contempladas. Em três anos, foram implementados 39 repositórios institucionais. "Nossa ideia é estender essa ação para todas as universidades brasileiras", diz Bianca Amaro, coordenadora do Laboratório de Tecnologia da Informação do IBICT.
Unesp e Unicamp começam o processo de abrir o acesso às suas pesquisas em projeto com a USP e com a Fapesp. A meta é que a publicação comece em 2014. "Temos responsabilidade de liderar esse movimento no Brasil", diz o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Ronaldo Aloise Pilli. "Pretendemos que gradativamente essa cultura se implemente e, quando o pesquisador for escolher uma revista, a recomendação seria optar por aquela que permita o acesso aberto."
Pilli pondera que os cientistas não deixarão de publicar em revistas importantes, caso não deem acesso aberto, "para que algo maior não seja sacrificado".
Segundo Flávia Maria Bastos, coordenadora-geral das bibliotecas da Unesp, a instituição já começou o levantamento dos trabalhos científicos produzidos a partir de 2010 para a publicação em livre acesso. Ela observa que, na situação atual, "a universidade não tem direito de armazenar sua própria produção científica e depende da autorização das editoras para dar visibilidade à sua produção".
A pesquisadora Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), observa que a pressão pelo acesso livre não deve ser feita por pesquisadores isolados, mas por grandes representações, como a própria SBPC e sua similar americana, a American Association for the Advancement of Science (AAAS).
Ela destaca que, no Brasil, o acesso às publicações internacionais já é privilegiado, graças à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que há 12 anos assina e libera as principais revistas científicas para os programas de pós-graduação.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Parceria entre SIBi e Editora transforma clássicos da literatura em audiolivros

“Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seuLivro do Desassossego. Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a Universidade de São Paulo criou seis audiolivros em formato DAISY (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.
O projeto é uma parceria entre o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy, desenvolvedora do software que possibilita a migração de conteúdos para o formato DAISY, padrão internacional de acessibilidade. A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade mantido pelo SIBi, com apoio da Reitoria.

“Nosso programa consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. “Com a aproximação da primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”
Os candidatos com necessidades especiais são classificados em 5 grandes grupos, que exigem procedimentos distintos por parte da Fuvest: Deficientes visuais, auditivos, físicos, disléxicos e outros tipos. Neste ano, a Fuvest recebeu um total de 72 inscritos com deficiência visual. Os candidatos solicitam provas em Braille ou ampliadas dos tipos I e II. As provas correspondentes são preparadas por uma equipe com experiência nessa tarefa.
A lista de obras para o vestibular contém 9 títulos em 2012. Os livros editados pelo projeto do SIBi foram Til(José de Alencar), Memórias de um sargento de milícias (Manuel Antônio de Almeida), Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), O cortiço (Aluísio Azevedo), Viagens da minha terra (Almeida Garret) e A cidade e as serras (Eça de Queirós), todos em domínio público.
Apesar de todos os volumes migrados serem de domínio público, as versões utilizadas pelo projeto são de propriedade da Editora Martin Claret “que também está preocupada com a questão da inclusão social e cedeu seus direitos gratuitamente”, esclarece Sueli.
“Dentre os conteúdos que busca tornar acessível, o SIBi entendeu como sendo de grande relevância e extensão social, a inclusão dos livros exigidos pela Fuvest”, explica a diretora. Nesse sentido, o projeto buscou cooperação com editoras detentoras desses materiais e encontrou um grande parceiro da Editora Martin Claret que, além de possuir os direitos de seis dos nove livros exigidos na primeira fase, ainda gerou uma série de roteiros de leitura e perguntas que orientam os alunos sobre os principais pontos do texto.
Os títulos serão disponibilizados tanto online, no site do projeto, quanto em suporte físico, reproduzido pelos grupos parceiros no projeto. O SIBi ficou responsável pela criação do website e a Martin Claret forneceu a última versão dos títulos em formato PDS, viabilizando a conversão dos textos para o formato DAISY por parte da Editorial Maluhy.

Texto disponível em: http://www5.usp.br/20517/parceria-entre-sibi-e-editora-transforma-classicos-da-literatura-em-audiolivros/



quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Portal de Revistas da USP ganha uma nova versão


A reformulação do Portal é uma das ações que o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) tem desenvolvido para ampliar a visibilidade e o impacto das revistas científicas da Universidade

O Portal de Revistas da USP está com um novo formato. Além de um design muito mais “amigável”, o novo Portal de Revistas da USP apresenta novidades como um sistema de busca integrada com outros portais da Universidade e, em breve, incorporará serviços eletrônicos como o Digital Object Identifier (DOI), um sistema que identifica o conteúdo; e um software que detecta possíveis casos de plágio.
 
Lançada em outubro, a nova versão do Portal de Revistas da USP apresenta um design mais “amigável” e um sistema de busca integrada com outros portais da Universidade


Outra novidade é que, além das revistas credenciadas no Programa de Apoio às Publicações Científicas Periódicas da USP, o novo portal também incorporou as revistas dos Centros de Pesquisa e as revistas estudantis, como a “Revista de Medicina”, publicada pelos alunos da Faculdade de Medicina (FM) desde 1916. Ao todo, estão disponíveis 104 revistas e aproximadamente 39 mil artigos, que podem ser localizados pelo nome, pelo autor, pelo assunto, pela Unidade ou por palavra-chave. Com o intuito de preservar a memória da produção científica da Universidade, o Portal também incorporou coleções completas como a da “Revista de Estudos Avançados”, publicada desde 1987 pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA), e a “Scientia Agricola”, publicada desde 1992 pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq).

 A reformulação do Portal de Revistas faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo SIBi com o objetivo de ampliar a visibilidade e o impacto das revistas científicas da USP. A ideia é oferecer infraestrutura para os editores científicos da Universidade e ajudá-los a constituir um veículo de comunicação de excelência, que favoreça a divulgação do conhecimento. Outra ação que está sendo estudada é a centralização dos serviços de revisão e tradução de artigos. O SIBi ainda pretende desenvolver ações para desenvolver competências em edição de publicações científicas com cursos, palestras e encontros para treinamento em processo editorial, avaliação de conteúdo, serviços gráficos, digitalização etc.

Criado em 2008, o Portal de Revistas da USP é uma biblioteca eletrônica que disponibiliza as revistas produzidas pela Universidade, com o objetivo de ampliar o acesso aos conteúdos e ao conhecimento, movimento que ficou conhecido como Open Access. Como explica o pró-reitor de Pesquisa, Marco Antonio Zago: “cada vez mais, as grandes editoras e entidades científicas detêm o controle da publicação da pesquisa de sua área. A USP não tem uma política centralizadora para a publicação de revistas, são as unidades e os institutos que possuem essa iniciativa. Quando uma revista começa a se destacar é porque houve um esforço muito grande, um incentivo que persistiu por um bom período para começar a obter êxito”.


Ranking das Revistas Científicas
Em julho deste ano, a consultoria Thomson Reuters divulgou um ranking das principais revistas científicas do mundo, com seus respectivos fatores de impacto. Das publicações brasileiras, apenas 16 títulos possuem fator de impacto igual ou superior a 1 e, dessas, 3 são revistas publicadas pela USP: a revista “Clinics”, do Hospital das Clínicas (HC); a “Revista da Saúde Pública”, da Faculdade de Saúde Pública (FSP); e a “Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo”, do Instituto de Medicina Tropical (IMT). Essas revistas não só obtiveram fator de impacto superior a 1, como também aumentaram esse índice.
O fator de impacto é um cálculo feito com base no número de citações dos artigos de uma determinada revista, durante o período de dois anos subsequentes à sua publicação. O índice é uma média de quantas vezes cada artigo publicado foi citado durante o período e representa o impacto e a visibilidade da revista.
Outra questão importante é a característica das publicações, como veículo de transmissão de conhecimento, nas diferentes áreas. “Para a ciência, só tem valor o que é de conhecimento público. Se um pesquisador faz uma grande descoberta e não conta para ninguém, esse conhecimento é inútil. O conhecimento científico só tem valor se for transferido a todos e isso é válido para todas as áreas de conhecimento, o que varia é a forma como esse conhecimento é compartilhado. Revistas científicas costumam ter um peso maior nas áreas de conhecimento das ciências experimentais duras como medicina, física e matemática. As humanidades têm padrões muito diferentes e se comunicam também por meio de livros, artigos em periódicos não científicos, opiniões e entrevistas que enfatizam o prestígio do pesquisador. Nada disso é captado por esses índices”, afirma Zago.

Fonte: http://www.usp.br/imprensa/?p=26473